TI tenta driblar falta de bons profissionais

 

SÃO PAULO – Imagine uma área de atividade em que há mais empregos do que profissionais. E isso não é culpa dos salários baixos, já que em média um trabalhador desse setor ganha 6 000 reais por mês. Só há uma exigência: você precisa dominar a técnica e, quanto mais qualificado, melhor.

Já adivinhou qual é o setor? Isso vem acontecendo na área de tecnologia da informação (TI), cujos profissionais desenvolvem programas e dão suporte a outras áreas que dependem dos computadores e sistemas de uma companhia, ou seja, a empresa inteira.

“O setor tem cerca de 800 000 trabalhadores e faltam outros 100 000”, diz Luís Mário Luchetta, presidente da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro). E as empresas estão cada vez mais desenvolvendo projetos que envolvem tecnologia. “Fora isso, muitas multinacionais vieram para o Brasil.”

Ao todo o país tem 6 000 empresas, 94% delas de micro ou pequeno porte. O analista de sistemas paulistano Rubens Del Monte, de 27 anos, é um exemplo de quem está se dando bem em TI. Ele terminou a faculdade em 2007 e é gerente de projetos da consultoria espanhola Indra. “Nunca fiquei desempregado”, diz o analista. Ele fez curso de aperfeiçoamento na Venezuela e na Espanha.

E agora pode receber uma promoção lateral, ocupando outro cargo de gerente na empresa, ou virar diretor. Ao contrário de muitas outras carreiras em que, por exemplo, saber dominar uma reunião já conta pontos, em TI o que vale mesmo é o aprendizado. “A melhor maneira de crescer é ter um conhecimento técnico.

Quanto mais certificados de conclusão de curso, melhor”, afirma. A Indra optou por testar esses conhecimentos dando preferência a jovens talentos e os treinando até que estejam preparados. “Só em 2011 já abrimos 200 vagas e devemos abrir outras 200 até dezembro”, diz Osvaldo Pires, diretor de RH da empresa. A companhia procura jovens de 19 a 24 anos que tenham formação em cursos de tecnologia.

Os salários para quem começa lá beiram os 2 800 reais. Um profissional sênior ganha 6 000 reais. “Agora, se a especialidade dele for mais requisitada, se ele dominar o sistema SAP, esse valor sobe para 10 000 reais.”

Confira, na próxima página, os motivos alegados por empresas e profissionais para a dificuldade no preenchimento de postos de trabalho em TI.

 

 

Há dois anos, o paulistano Diego de Paula Ferraz, de 26 anos, começou a trabalhar na empresa. Mandou currículo, fez os testes e passou. Recebeu três promoções, é líder de equipe e o salário subiu 60% desde que conseguiu entrar na companhia.

Como existe escassez de bons profi ssionais, as empresas levam meses para preencher as vagas na área de TI. A Itautec chega a fi car com uma vaga em aberto por até três meses e meio. “Há dois anos, levávamos 15 dias para encontrar um bom profi ssional”, diz Eduardo Pellegrina, diretor de RH da empresa.

E atenção aos salários: na Itautec o contracheque de quem trabalha com TI vai de 1 200 reais a 20 000 reais. “Quanto mais especializado, mais valorizado é o profi ssional desta área”, diz Eduardo. “Hoje, temos 160 vagas em aberto.” Dos 6 000 funcionários da companhia, 3 500 estão no departamento de TI.

Assim como em outras organizações do setor, a Itautec vê com bons olhos jovens recém-formados. Na última seleção de trainees, 5 000 candidatos se inscreveram para concorrer a 50 vagas. “Esta é uma das melhores maneiras para se formar um profi ssional”, diz Eduardo.

Esta também é a técnica adotada pela Telefônica. “Temos de atrair universitários para formá-los. É isso, ou fi car roubando profi ssionais de outras empresas”, diz Françoise Trapenard, diretora executiva de RH da companhia.

Por que falta gente?

A leitura de Françoise é de que há uma desvalorização da carreira técnica. “Os jovens simplesmente não querem seguir esse caminho”, afi rma. Resultado: ela leva mais do que o dobro do tempo para fechar uma vaga em TI em relação a outras áreas.

Na BRQ IT Services, valem duas regras para descobrir novos talentos: os tradicionais testes de seleção e a indicação de funcionários da casa. “Os jovens não sabem que esta carreira é bacana e que não há desemprego. Hoje, tenho 2 500 funcionários e preciso contratar mais 250”, afirma o presidente da empresa, Benjamin Quadros.

A Tivit avalia profissionais em três aspectos: conhecimento técnico, acadêmico e competências comportamentais.”Algumas tecnologias que deixaram de fazer parte da grade curricular, mas que ainda são buscadas pelas empresas, são boas opções de especialização, como a linguagem Cobol e Mainframe”, diz Marcello Zappia, diretor de desenvolvimento humano e organizacional.

Published in: on August 30, 2011 at 4:31 pm  Leave a Comment  

Veja por que mercado para profissionais de TI está em alta – e como se dar bem.

 

Se tem um mercado de trabalho que é promissor no Brasil é o de Tecnologia da Informação. De acordo com a Abes (Associação Brasileira de Empresas de Software), até 2013, devem faltar no País de 140 mil a 200 mil profissionais qualificados que possam atuar na área. Hoje, a associação calcula que existe um deficit de mais de 50 mil profissionais. Se o mercado parece ser tão promissor, por que existem tantos profissionais reclamando de falta de oportunidades e de uma remuneração ruim?

 

Para os especialistas ouvidos pelo InfoMoney, em alguns casos, esses profissionais não estão preparados para suprir as exigências das empresas, que buscam pessoas qualificadas. E, entre aqueles que conseguem acompanhar as evoluções de um segmento que muda a cada segundo, a remuneração está acima da média para um iniciante, considerando praticamente todas as áreas.

 

“Faltam profissionais porque falta formação em quantidade e qualidade”, afirma o presidente da Abes, Gérson Schmitt. “Essa área é dinâmica e nossa educação ainda é tradicional e está defasada”, acredita. Ele calcula que um profissional de TI em início de carreira tenha uma remuneração entre R$ 1,5 mil e R$ 3,5 mil. “Profissionais maduros ganham de R$ 4 mil a R$ 6 mil e os mais especializados podem receber até R$ 10 mil”, comenta Schmitt.

 

De fato, levantamento feito pela Catho Online mostra que profissionais dessa área de nível sênior podem receber mais de R$ 6 mil, em média, como é o caso de um administrador de banco de dados. Aqueles que chegam a cargos de gerência podem receber mais de R$ 10,7 mil, em média, como é o caso de um gerente de redes/Telecom. “Profissionais dessa área são uns dos mais bem remunerados do mercado, já recebem acima da média”, acredita o gerente de Atendimento da Catho Online, Lucio Tezotto.

 

Para ele, esse mercado é um dos que mais crescem no País. “O mercado já é, há cerca de 10 anos, muito promissor e tende a ser cada vez mais aquecido”, acredita. De acordo com Tezotto, as empresas tendem a utilizar a tecnologia como um fator cada vez maior de competitividade. “A competitividade exige mais investimentos em tecnologia e mais pessoas para integrar essas equipes. Em outras palavras, exige um upgrade constante e cada vez mais avançado”.

 

Nada vem sem sacrifício


Que faltam – e devem faltar mais – profissionais qualificados nessa área, os especialistas concordam e os números mostram. Mas por que tantos profissionais estão descontentes? Para os especialistas, o problema está na quantidade de atualizações que eles devem fazer para permanecerem competitivos. Para Schmitt, os que querem se dar bem nesse mercado precisam ter, no mínimo, uma graduação na área, de três a cinco certificações em especialidades ou diferentes plataformas e línguas, sendo inglês obrigatório e espanhol desejável. Tudo isso demanda tempo e dinheiro que muitos não têm.

 

Além de todas essas habilidades técnicas, é preciso ter uma série de competências, como o comprometimento. “Profissões de TI não estão vinculadas ao conceito de entrar em uma hora e sair em outra”, reforça o presidente da Abes. “Ele [profissional] deve estar comprometido não em cumprir um horário, mas em entregar um resultado”, completa.

 

Jair Lorenzetti Filho, 42, conhece bem os caminhos da área. Ele começou a atuar em TI quando a internet no Brasil ainda era uma novidade, em 1990. “Na época, eu trabalhava com logística e passei para a informática, praticamente empurrado”, conta. Logo ele tomou gosto pela área e começou a estudar.

Contudo, como a área era incipiente no País, teve de se resolver no exterior. “Comecei a atuar em consultorias de informática e software de gestão norte-americanas e alemãs”. Na área, ele ficou até 2002 e chegou ao topo – atuou como diretor de TI da M.Officer, empresa onde hoje é diretor superintendente.

 

Ao longo de sua carreira na área, contudo, Lorenzetti pouco desembolsou com certificações ou especializações. “As empresas pelas quais passei bancaram. Não lembro de ter pago nenhuma atualização”, conta ele, que tem 40 certificações e especializações (as chamadas academias da área).

Esse cenário, de acordo com Schmitt, é bem comum. Ele lembra que as empresas que querem se destacar no mercado preparam os próprios profissionais. “A maioria das empresas proporciona a certificação e a atualização dos profissionais. Então, os custos de todo esse treinamento são, ao menos em parte, subsidiados pela empresa”, afirma.

 

A dificuldade de acompanhar tantas exigências não é o único fator de frustração. Schmitt reconhece que o modelo adotado pelas empresas da área no Brasil reduz a média salarial desses profissionais. De acordo com a Abes, a maior parte das empresas desse segmento são de prestação de serviços. “Esse modelo exige muitos profissionais e um aproveitamento baixo do know-how deles, o que reduz o custo da hora”, afirma.

 

Para se ter uma ideia, no mercado brasileiro, existem quase 8,5 mil empresas que se dedicam ao desenvolvimento, produção e distribuição de software e de prestação de serviços. Das empresas que desenvolvem softwares, e que, por isso, requerem profissionais altamente qualificados, 94% são MPEs (Micro e Pequenas Empresas) – ou seja, elas contratam menos que uma empresa de médio ou grande porte contratariam. O grande mercado mesmo está focado em serviços. Por isso, as reclamações de baixos salários.

 

Para Marcos Muller, 40, a situação não é das melhores. Ele não entende como é possível faltar profissional no mercado se, não raro, ele encontra colegas que não conseguem recolocação adequada. Muller está há dezoito anos na área, formou-se em Administração de Empresas, mas logo se especializou em Informática. Hoje, ele é arquiteto de software em uma empresa no Rio de Janeiro e sua grande crítica é quanto à remuneração. “O retorno que eu tenho não equivale aos gastos que tive com atualização”, reclama.

 

Segundo ele, por mês, os gastos com itens e cursos que visem sua especialização ficam em torno de R$ 300. Sua remuneração líquida é de R$ 6,2 mil – para ele, insuficientes para cumprir com as obrigações domésticas e ainda manter-se atualizado. Muller tem hoje uma certificação e nove cursos – pagou cerca de R$ 1,3 mil por cada um. Sem contar os cerca de R$ 2,6 mil que gasta por ano com atualizações.  Por outro lado, ele confessa que nunca teve dificuldades de se recolocar no mercado. “Mas, se eu colocar uma pretensão salarial entre R$ 8 mil e R$ 9 mil, não vou encontrar fácil”, sustenta.

 

Profissões em destaque


A área de TI não se resume a algumas poucas profissões. Há uma gama enorme das oportunidades – todas com boas previsões de crescimento. Para Tezotto, da Catho Online, programadores, analistas, arquitetos de informação, gestores de TI, administradores de banco de dados, webdesigner, gerente de projetos, entre outros, devem ganhar cada vez mais destaque a médio prazo.

Para não ter dúvidas sobre qual profissão escolher, confira no box abaixo o que fazem e quanto ganham, em média, alguns profissionais dessa área:

 

Profissionais de TI 
Profissão O que faz                     Média    salarial 
Gerente de banco de dados Responde pela administração de banco de dados existentes na empresa e projeta estruturas
de novos bancos de dados, além de desenvolver programas utilitários, orientando os usuários
na utilização do sistema
R$ 7.219
Gerente de TI Gere atividades da área de TI, elabora projetos de implantação, racionaliza e redesenha
processos, incluindo desenvolvimento e integração de sistemas, com utilização de alta tecnologia
R$ 9.320
Desenvolvedor (programador sênior) Codifica, desenvolve e testa programas de grande complexidade para processamento de dados no computador com base nos trabalhos desenvolvidos pelos analistas de sistemas R$ 3.393
Administrador de Redes (Sênior) Administra ambientes computacionais de alta complexidade, definindo parâmetros de utilização de sistemas, implantando e documentando rotinas e projetos, controlando os níveis de
serviço de sistemas operacionais, banco de dados e redes
R$ 4.294
Analista de sistemas (Sênior) Atua no planejamento e coleta das informações junto aos usuários, a fim de implantar sistemas de processamentos de dados, desenvolve sistemas a partir da análise de coleta de informações,
estudando fluxos de trabalho, necessidade de recursos, a fim de propor alterações
R$ 5.861
Suporte técnico em Informática (consultor) Responde pelas atividades de consultoria, em assuntos referentes à área de Suporte Técnico, compreendendo diagnósticos, planejamento estratégico de atuação, desenvolvimento dos trabalhos, propondo alternativas e soluções à direção da empresa R$ 4.406
Gerente de Administração de redes Gerencia o funcionamento de equipamentos e o perfeito funcionamento de sistemas operacionais na segurança das informações, auxilia todos os usuários no acesso à internet e à rede interna,
cadastra os usuários, suas senhas e códigos que lhes permitem trabalhar na rede
R$ 10.741
Gerente de redes/Telecom Gerencia e acompanha o planejamento e execução das atividades de planejamento, instalação ou reparação de rede aérea e rede subterrânea das linhas telefônicas, organizando processos,
orientando e alocando equipes/áreas de trabalho e acompanhando o cumprimento de prazos
qualidade dos serviços
R$ 7.877
Webdesigners (Sênior) Responsável pela elaboração de projetos visuais das páginas de sites.
Efetua revisões constantes, aplicando testes de funcionamento nas criações de sites,
com a finalidade de corrigir eventuais problemas
R$ 3.067
Administrador de banco de dados (Sênior) Administra ambientes computacionais de alta complexidade, define parâmetros de
utilização de sistemas, implanta e documenta rotinas e projetos e controla os níveis
de serviço de sistemas operacionais, banco de dados e redes, além de outras tarefas
R$ 6.529
Fonte: Catho Online

 

Como se dar bem nesse mercado?


De acordo com a consultoria IDC, as receitas do mercado de TI podem subir 15% neste ano, na comparação com 2009. E, até 2014, o País deverá criar pelo menos mais US$ 18 bilhões de novas receitas nesse mercado. Se as novas projeções se confirmarem, o Brasil passa a fazer parte da lista dos 10 países que mais investem em Tecnologia da Informação no mundo, ficando na nona colocação.

 

Segundo a Abes, no ano passado, o Brasil manteve a 12ª posição no cenário mundial, tendo movimentado US$ 15,3 bilhões. O montante equivale a 1,02% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro daquele ano. Tudo isso indica que ainda há muito espaço para que esse mercado cresça. E, por consequência, há ainda mais espaço para os profissionais. Contudo, como indicam os números, não é fácil permanecer nesse mercado.

 

A consultora de Recursos Humanos do Grupo Soma Desenvolvimento Corporativo Jane Souza lembra que

é preciso manter-se atualizado. “Aquele profissional que investir em especializações vai se dar bem nesse mercado”, afirma. Para ela, o primeiro passo é gostar da área, ler bastante, estar atualizado com o tema de atuação específica. “É preciso estar globalizado e investir em línguas”, afirma.

 

Contudo, Schmitt, presidente da Abes, lembra que não é impossível acompanhar esse mercado. “As empresas têm de 10% a 20% de vagas em aberto nessa área. Quem está fora está despreparado”,

 

Published in: on August 30, 2011 at 4:14 pm  Leave a Comment  

Sistema operacional e histórico UNIX e LINUX

Sistema Operacional

Sistema Operacional é a interface ao usuário e seus programas com o computador. Ele é responsável pelo gerenciamento de recursos e periféricos (como memória, discos, arquivos, impressoras, CD-ROMs, etc.) e a execução de programas.

O sistema operacional é um conjunto de rotinas e programas que atuam como intermediários entre o usuário/aplicativo e o hardware disponível no equipamento ou, via rede, em outro equipamento.

Os módulos do Sistema Operacional recebem requisições, comandos e ações dos usuários e aplicativos, resolvem e controlam estas requisições e fazem o acesso monitorado aos recursos da máquina (disco, memória, CPU, etc.).

No Unix e Linux o Kernel é o Sistema Operacional. Você poderá construí-lo de acordo com a configuração de seu computador e os periféricos que possui.


UNIX

O sistema UNIX foi criado no Laboratório Bell em 1970 por Ken Thompson e Dennis Ritchie, entre outros, para ajudar no controle dos projetos internos do próprio laboratório. Era um sistema básico e voltado principalmente para programadores e cientistas.

Durante o ano de 1975, quando estava trabalhando como professor assistente na Universidade da Califórnia, em Berkeley, Ken Thompson continuou a desenvolver o sistema UNIX desenhado no Bell Lab. Este desenvolvimento foi tomado pelos outros professores e alunos, que desenvolveram uma série de melhorias no sistema originalmente desenhado. Estas melhorias originaram um sistema operacional com algumas diferenças em relação ao sistema UNIX do Bell Lab. e passou a ser conhecido como o “UNIX de Berkeley”. Algumas empresas começaram a comercializar esta versão do sistema operacional, sendo a mais conhecida a versão chamada SUN-OS da SUN Microsystems.

Em 1979, a AT&T resolveu lançar comercialmente o UNIX. Esta versão ficou sendo conhecida como “Versão 7”. Após algum tempo, em 1982, alguns problemas da versão 7 foram corrigidos e foi lançada a versão chamada de “System III” (Sistema Três).

A partir deste ponto, houve uma evolução paralela de dois “tipos” de UNIX. Uma comercializada pela AT&T e outra proveniente da Universidade da Califórnia.

Até 1983, o uso do UNIX estava principalmente voltado para aplicações científicas, sendo o sistema mais utilizado no meio acadêmico. Neste ano, a AT&T resolveu agregar uma série de características e facilidades, visando assim, o usuário comercial. Este procedimento sempre encontrou barreiras pois o usuário comercial achava que o UNIX era por demais científico e nada user friendly, sendo só usado por programadores e cientistas. A versão comercial ficou sendo conhecida como “System V” (Sistema Cinco).

A partir de 1989 foram formados pelas maiores empresas na área de computação dois grandes consórcios, visando uma unificação e padronização de todos os sistemas UNIX existentes no mercado. Esta padronização é necessária para que se tenha uma portabilidade de todas as aplicações desenvolvidas para UNIX, dando assim uma força maior de penetração do UNIX no mercado comercial.

Até hoje existem diferenças de implementação em alguns comandos, apesar de a maioria dos sistemas UNIX comercializados possuírem ambas as versões. Existem diretórios específicos onde os comandos diferentes são guardados, bastando ajustar o sistema para que ele use os comandos necessários.

1972 – Ken Thompson e Dennis M. Ritchie com um PDP-11


Linux

O Kernel do Linux foi, originalmente, escrito por Linus Torvalds do Departamento de Ciência da Computação da Universidades de Helsinki, Finlândia, com a ajuda de vários programadores voluntários através da Internet.

Linus Torvalds iniciou cortando (hacking) o kernel como um projeto particular, inspirado em seu interesse no Minix, um pequeno sistema UNIX desenvolvido por Andy Tannenbaum. Ele se limitou a criar, em suas próprias palavras, “um Minix melhor que o Minix” (“a better Minix than Minix“). E depois de algum tempo de trabalho em seu projeto, sozinho, ele enviou a seguinte mensagem para comp.os.minix:

Você suspira por melhores dias do Minix-1.1, quando homens serão homens e escreverão seus próprios “device drivers” ? Você está sem um bom projeto e esta morrendo por colocar as mãos em um S.O. no qual você possa modificar de acordo com suas necessidades ? Você está achando frustrante quando tudo trabalha em Minix ? Chega de atravessar noites para obter programas que trabalhem correto ? Então esta mensagem pode ser exatamente para você.

Como eu mencionei há um mês atrás, estou trabalhando em uma versão independente de um S.O. similar ao Minix para computadores AT-386. Ele está, finalmente, próximo do estágio em que poderá ser utilizado (embora possa não ser o que você esteja esperando), e eu estou disposto a colocar os fontes para ampla distribuição. Ele está na versão 0.02… contudo eu tive sucesso rodando bash, gcc, gnu-make, gnu-sed, compressão, etc. nele.

No dia 5 de outubro de 1991 Linus Torvalds anunciou a primeira versão “oficial” do Linux, versão 0.02. Desde então muitos programadores têm respondido ao seu chamado, e têm ajudado a fazer do Linux o Sistema Operacional que é hoje.

Bom Gente o site que peguei tem um grafico que nao Deu pra colocar no blog mais entra no site e vejo o grafico

http://www.ppgia.pucpr.br/~laureano/puc_2007/asu/sistema_historico.html

Obrigado.

Published in: on August 11, 2011 at 1:15 am  Leave a Comment  

Oque deve ter um gerente de TI

Gerentes de Projetos de TI são cada vez mais procurados pelas empresas. Quer saber como tornar um deles? Veja o perfil para o cargo aqui

Em alta no mercado, os Gerentes de Projeto de TI são necessariamente empreendedores, fazem as coisas acontecerem. Sempre diante de novos ambientes, devem apreciar a ausência de rotina e, às vezes, abrir mão de fins-de-semana ou feriados em prol do trabalho. A compensação está no desafio constante e no prazer de ver o projeto implementado.

Treinados internamente ou procurados no mercado, estes profissionais têm salários atraentes, que giram em torno de R$ 10 mil em empresas de grande porte. Contudo, um grande salário vem com grandes responsabilidades, que incluem gestão de pessoas e contato com clientes. Segundo o Diretor da Consultoria em RH People Consulting, Shuji Shimada, a posição tem sua importância e seu status, sendo o primeiro passo do profissional técnico na área gerencial. Daí a necessidade de um perfil mais amplo.

O gerente de projetos é um profissional híbrido, com um pé na área administrativa e outro na área técnica. Ponto de referência do cliente, atua como cartão de visitas da empresa nos projetos externos. Porém, não se deve pensar no sucesso do cargo como algo passageiro. O Professor e Coordenador do curso de Gerência de Projetos da FGV, Carlos Salles, condena o modismo e fala da importância da função.

“Gerência de Projetos não tem nada a ver com moda, mas com a necessidade das organizações. A maneira de implementar mudanças é através de projetos. Cada vez mais as empresas estão precisando de Gerentes de Projetos. Há demanda para esse tipo de profissional – explica.

 

Mas afinal, o que faz um gerente de projetos?

Segundo o Gerente de Projetos da Savecom/Answer, Luiz Everardo Siqueira, a função do profissional é elaborar atividades para atingir um objetivo. Para isso, é preciso conversar com o cliente e delegar, ou seja, lidar com pessoas e ouvi-las.

Já o CEO da Lan Designers, Arnaldo Goldemberg, responsável pela contratação de Gerentes de Projetos, amplia a lista de atividades incluindo desde o controle de pessoas até os recursos humanos e tecnológicos do projeto, fazendo a gerência da comunicação com o cliente e a negociação de prazos, além do controle da meta em si.

Por outro lado, o Gerente de Operações da Siemens, Antonio Lima, representa a banda emocional da área. Apaixonado pela profissão, ele diz que gerenciar projetos de TI vai além da mera administração de tarefas.

“Transcende simplesmente o ato de coordenar um fluxo de atividade para atingir um objetivo. É como considerar a Mona Lisa apenas um quadro. Projeto é muito mais do que isso, é paixão, comprometimento, dedicação – defende.

Em contrapartida, o Gerente de Projetos da BRQ, Ianz Monteiro, acredita na gerência de projetos como sendo racional, sem negar a parcela do emocional devido à existência da equipe. Segundo ele, liderar pessoas é fundamental e é a parte mais desafiadora do trabalho.

 

Características do profissional

Liderança e capacidade de gestão de pessoas foram as características mais citadas pelos entrevistados. A Diretora de Operações da Unitech, Liliane Bender, cita as habilidades que busca quando contrata seus Gerentes de Projetos de TI, focando no trio comunicação, negociação e planejamento, visando o equilíbrio entre fatores técnicos, econômicos e humanos.

“Liderança, capacidade de comandar e de motivar pessoas, trabalhar em equipe, assessorar e resolver problemas, atuando como catalisador de decisões. E, ainda, gerenciar conflitos interpessoais, planejar e acompanhar resultados, estabelecer comunicação clara, direta e objetiva. São desejáveis também carisma, entusiasmo, criatividade, flexibilidade e disciplina – enumera.

Competências semelhantes foram citadas por Salles, da FGV. Segundo ele, o fato de TI ser uma ferramenta poderosa para implantação de mudanças em uma empresa, seus projetos geram resistências maiores. Por isso, o Gerente de Projetos também precisa saber lidar com essa resistência e melhorar a aceitação de seu projeto.

Aqui São apenas pequenas coisas que um gerente de TI deve TER.

 

Published in: on February 16, 2011 at 10:42 pm  Leave a Comment  

MINISTERIO DA CIÊNCIAS E TECNOLOGIA.

O Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) foi criado pelo Decreto 91.146, em 15 de março de 1985, concretizando o compromisso do presidente Tancredo Neves com a comunidade científica nacional. Sua área de competência está estabelecida no Decreto nº 5.886, de 6 de setembro de 2006. Como órgão da administração direta, o MCT tem como competências os seguintes assuntos: política nacional de pesquisa científica, tecnológica e inovação; planejamento, coordenação, supervisão e controle das atividades da ciência e tecnologia; política de desenvolvimento de informática e automação; política nacional de biossegurança; política espacial; política nuclear e controle da exportação de bens e serviços sensíveis.

Com a incorporação das duas mais importantes agências de fomento do País – a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e suas unidades de pesquisa – o Ministério da Ciência e Tecnologia passou a coordenar o trabalho de execução dos programas e ações que consolidam a Política Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação. O objetivo dessa política é transformar o setor em componente estratégico do desenvolvimento econômico e social do Brasil, contribuindo para que seus benefícios sejam distribuídos de forma justa a toda a sociedade.

Além das agências de fomento, compõem o sistema MCT o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE); a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN); a Agência Espacial Brasileira (AEB); 19 unidades de pesquisa científica, tecnológica e de inovação; e quatro empresas estatais: Indústrias Nucleares Brasileiras (INB); Nuclebrás Equipamentos Pesados (Nuclep); Alcântara Cyclone Space (ACS) e Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec).

Por meio desse conjunto de instituições, o MCT exerce suas funções estratégicas, desenvolvendo pesquisas e estudos que se traduzem em geração de conhecimento e de novas tecnologias, bem como a criação de produtos, processos, gestão e patentes nacionais.

Estrutura

Para exercer seu papel ativo no desenvolvimento nacional e executar sua missão institucional, o MCT tem quatro secretarias temáticas, subordinadas à Secretaria Executiva. Juntas, são responsáveis pela gestão e execução dos principais programas e ações do Ministério.

SEPED – Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento

A Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento – SEPED tem por finalidade implantar e gerenciar políticas e programas, visando ao desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação no País: nas áreas de Ciências Exatas, das Engenharias, da Terra e da Vida, em especial em Biotecnologia e Saúde, Nanotecnologia e nas áreas de interesse estratégico para o levantamento e aproveitamento sustentável do patrimônio nacional, em especial em Biodiversidade, Ecossistemas, Meteorologia, Climatologia e Hidrologia, Ciências do Mar, Antártica e Mudanças Climáticas Globais.

SECIS – Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social

A Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social – SECIS tem por finalidade propor políticas, programas, projetos e ações que viabilizem o desenvolvimento econômico, social e regional, e a difusão de conhecimentos e tecnologias apropriadas em comunidades carentes nos meios rural e urbano.

SETEC – Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação

A Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação – SETEC tem por finalidade propor, coordenar e acompanhar a Política Nacional de Desenvolvimento Tecnológico, compreendendo, em especial, ações e programa voltados à capacitação tecnológica da empresa brasileira, à atração de investimentos produtivos, ao desenvolvimento industrial e à formação de recursos humanos.

SEPIN – Secretaria de Política de Informática

A Secretaria de Política de Informática – SEPIN tem por finalidade formular propostas de políticas e programas de âmbito nacional relacionados com Tecnologias da Informação – TI. Tais políticas e programas têm como objetivo a capacitação tecnológica da indústria de computação, automação, telecomunicações, microeletrônica, software e serviços técnicos associados instalada no País, a atração de investimentos nessas áreas e o aumento da oferta local de bens e serviços que contribuam para o desenvolvimento e a maior competitividade dos demais setores da economia, com efeitos positivos para o cidadão brasileiro.

Histórico

O Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) coordena a execução dos programas e ações, que consolidam a Política Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, e lidera um conjunto de instituições de fomento e execução de pesquisa. O MCT desenvolve pesquisas e estudos que se traduzem em geração de conhecimento, novas tecnologias e na criação de produtos, processos, gestão e patentes nacionais.


A área de ciência e tecnologia nem sempre teve uma pasta ministerial que concentrasse e conduzisse as ações do Sistema Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, instituído em 1975 e sob a responsabilidade do Ministério do Planejamento. Nessa época, o órgão responsável pela coordenação do Sistema era o então Conselho Nacional de Pesquisa, hoje Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – que conservou a sigla CNPq.

Pode-se dizer que o movimento para a criação do Ministério teve início na década de 70 e se completou na década seguinte. Nesse sentido, vale registrar uma das primeiras tentativas de integrar as ações nacionais de C&T. Foi quando o Ministério do Planejamento criou um programa nacional com a participação das quatro principais agências de fomento – CNPq, Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e Secretaria de Tecnologia Industrial.

Assim, surgiu o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (PADCT), com o objetivo de testar metodologias de planejamento, avaliação e execução de projetos. Assessores de planejamento e avaliação experimentavam formas de integrar as ações comuns entre as quatro agências.

Começava a nascer a idéia da criação de um ministério que se ocupasse especificamente das ações de C&T. Políticos, dentre eles Renato Archer, e membros da comunidade científica se mobilizaram e encaminharam a proposta ao primeiro governo da Nova República. O grupo teve a reivindicação acatada pelo presidente eleito Tancredo Neves. Na seqüência dos fatos políticos, o presidente José Sarney honrou o compromisso assumido por Tancredo, criou o ministério e nomeou Renato Archer como ministro, em 1985. Uma de suas primeiras ações foi implementar a experiência bem sucedida do PADCT.

A administração de Archer foi sucedida, em curtos períodos, por quatro administrações conduzidas por ministros da área antes de ocorrer a fusão do Ministério da Ciência e Tecnologia com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, em janeiro de 1989.

Em março do mesmo ano, uma medida provisória dividiu as duas pastas e o que era ministério passou a ser a Secretaria Especial da Ciência e Tecnologia, órgão central do governo federal para assuntos da área.

Ainda em 1989, o Ministério da Ciência e Tecnologia foi recriado por outra medida provisória e, em 1990, o presidente Fernando Collor o extinguiu mais uma vez e implantou a Secretaria da Ciência e Tecnologia, ligada à Presidência da República. Nessa época, o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) passaram a integrar a estrutura da nova secretaria.

Em 1992, o presidente Itamar Franco editou nova medida provisória que voltou a criar o ministério, que permanece como pasta da área até hoje.

Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia – CCT

De acordo com o Artigo 1º da Lei nº 9.257, de 09 de janeiro de 1996, o Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia (CCT), é o “órgão de assessoramento superior do Presidente da República para a formulação e implementação da política nacional de desenvolvimento científico e tecnológico”.

O Art. 4° estabelece que a Secretaria do CCT será exercida pelo Ministério da Ciência e Tecnologia.

Organização e Funcionamento


O Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia é composto por 13 representantes do Governo Federal, 8 representantes de produtores e usuários e 6 representantes de entidades de caráter nacional representativas dos setores de ensino, pesquisa, ciência e tecnologia. Cada um tem seu respectivo suplente.

Eles organizam-se em torno de Comissões Temáticas, Setoriais e Temporárias às quais comparecem não apenas os conselheiros que as compõem, mas também especialistas, empresários e dirigentes públicos especialmente convidados.

Estas comissões atuam propondo a criação de subcomissões, grupos de trabalho, a realização de seminários, painéis e ainda elaboram termos de referência de atividades de estudo e avaliam seus assuntos específicos.

A Missão do CCT

Órgão consultivo de assessoramento superior do Presidente da República, o CCT tem por missão e competência:

  • Propor a política de Ciência e Tecnologia do País, como fonte e parte integrante da política nacional de desenvolvimento;
  • Propor planos, metas e prioridades de governo referentes à Ciência e Tecnologia, com as especificações de instrumentos e de recursos;
  • Efetuar avaliações relativas à execução da política nacional de Ciência e Tecnologia;
  • Opinar sobre propostas ou programas que possam causar impactos à política nacional de desenvolvimento científico e tecnológico, bem como sobre atos normativos de qualquer natureza que objetivem regulamentá-la.

O Atual CCT

A experiência internacional de Conselhos de C&T subordinados diretamente aos mais altos escalões do Governo – e o Japão é um dos melhores exemplos – estimulou a idéia de se criar no Brasil um novo Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia (CCT), sob a direção do Presidente da República.

Tal orientação fundamentou-se, sobretudo, na crescente importância da Ciência e Tecnologia para o desenvolvimento econômico, industrial e social dos países, com influência sobre as relações entre os diferentes setores que compõem o governo e, também, sobre as relações internacionais.

Em 11 de setembro de 2003, o CCT foi reinstalado com o compromisso de governo de valorizar a ciência e a tecnologia, e investir cada vez mais em pesquisa no país. A expectativa, neste sentido, é construir o alicerce da ciência e tecnologia em bases mais sólidas e amplas, que ultrapassem os limites da academia e do governo, para transformar-se em vigoroso agente de desenvolvimento, nas mais diversas atividades produtivas privadas e públicas do País.

Sendo um órgão consultivo de assessoramento ao Presidente da República, o CCT tem entre suas missões sugerir idéias referentes à área; efetuar estudos e avaliações relativas à execução da política nacional do setor; e opinar sobre propostas ou programas que possam causar impactos à política nacional de desenvolvimento da área, bem como sobre atos normativos que objetivem regulamentá-la.

O Presidente da República preside o Conselho e o ministro da Ciência e Tecnologia é seu Secretário. De acordo com o Decreto 6.090, de 24 de abril de 2007, o Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia, tem 27 membros: 13 ministros de Estado (Ciência e Tecnologia, Casa Civil; Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República; Comunicações; Defesa; Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; Educação; Fazenda; Integração Nacional; Planejamento, Orçamento e Gestão; Relações Exteriores; Saúde; Agricultura, Pecuária e Abastecimento), oito representantes dos produtores e usuários de ciência e tecnologia e seus suplentes, e seis representantes de entidades de caráter nacional representativas dos setores de ensino, pesquisa, ciência e tecnologia e seus suplentes.

O CCT, reformulado e ampliado, contribuiu para a definição do Plano de Ação 2007-2010 de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional (PACTI), elaborado pelo MCT. Por meio de suas comissões de acompanhamento, o CCT tem desempenhado importante papel no acompanhamento e avaliação trimestral das ações previstas nas quatro prioridades estratégicas do PACTI. Estudos e projetos podem, ainda, ser recomendados por conselheiros ou por comissões temáticas/temporárias, para subsidiar novas proposições ou avaliação da política de CT&I.

MINISTERIO DA CIÊNCIAS E TECNOLOGIA.

Published in: on October 12, 2010 at 11:38 pm  Comments (3)  

Os 10 segredos para solucionar problemas de TI

Atitudes são tão importantes quanto conhecimentos técnicos na hora de resolver indisponibilidades de sistemas e outras questões tecnológicas. Não importa quão profundo sejam os conhecimentos técnicos de uma equipe. Sem metodologia adequada, a solução de problemas torna-se um processo muito mais complicado.

O CIO da Escola de Medicina da Harvard e de um dos maiores grupos de assistência médica dos EUA, John Halamka, baseou-se em sua experiência para elaborar uma lista com os 10 principais segredos para resolver problemas com rapidez e experiência.

1 – Uma vez que algum problema foi identificado, verifique seu real alcance – O software de monitoramento pode até dizer que tudo está bem, mas é bom não se conformar. O ideal é conversar com os usuários, testar a aplicação ou a infraestrutura sozinho e ter certeza sobre a origem de qualquer reclamação.

2 – Quando o alcance do problema é muito grande e a raiz ainda é desconhecida, acione um plano de emergência – É muito melhor mobilizar toda a equipe para um falso alarme ocasional do que intervir tarde demais e quando o problema alcançar proporções muito grandes com uma resposta lenta do departamento de TI.

3 – O processo de solução de um problema deve ser visível, atualizado constantemente para todos e participativo – Muitas vezes os profissionais técnicos ficam tão focados em suas tarefas diárias que perdem a noção do tempo, não se atualizam mutuamente e deixam de conversar com outras áreas. A companhia deve ter uma abordagem multidisciplinar, com relatórios de progressos pré-determinados para prevenir, isolar o problema e buscar soluções com maiores chances de acerto.

4 – Mesmo com a rotina de atualizações e relatórios, a equipe deve ficar livre para trabalhar – Alguns líderes de TI gostam de retornos constantes de sua equipe e isso não é necessariamente ruim. Mas se a equipe gastar 90% do seu tempo reportando o status do trabalho, fica muito mais difícil solucionar problemas em prazo razoável.

5 – A explicação mais simples geralmente é a correta – Halamka relata que, em um incidente recente em sua corporação, todas as evidências apontaram para o mal-funcionamento em um componente do firewall. Mas todos as ferramentas de testes e diagnósticos indicavam que o firewall funcionava perfeitamente. Alguns levantaram a hipótese de que a empresa sofria um tipo muito específico de ataque de negação de serviços. Outros aventaram a possibilidade de uma falha em componentes das redes Windows dos servidores. Surgiu ainda a possibilidade de um ataque incomum por vírus. A explicação mais simples, do firewall, foi comprovada correta após sua remoção da infraestrutura da rede. E, segundo Halamka, a regra da explicação mais simples ser a resposta, até mesmo para problemas mais complexos, é verdadeira na maioria das vezes.

6 – Os prazos devem ser definidos de maneira responsável – O que mais irrita os usuários não é exatamente a demora, mas a definição de prazos imprecisos e os consequentes pedidos de “só mais uma hora para resolver o problema”. Se uma indisponibilidade de sistema ocorrer por conta de uma mudança planejada de infraestrutura, a questão é ainda mais séria: o melhor a fazer é definir um prazo preciso e respeitá-lo.

7 – Comunique-se com os usuários o máximo possível – A maioria dos stakeholders da empresa estão dispostos a tolerar indisponibilidade se você explicar exatamente as ações que estão sendo tomadas para restaurar o serviço. Os principais executivos de TI são os maiores alvos dessa dica, pois devem mostrar compromisso, presença e liderança.

8 – Orgulho não deve atrapalhar a solução – É difícil assumir erros e desafiador reconhecer o que não se sabe. Mas em vez de gastar tempo procurando culpados por problemas, o foco deve ser em examinar a raiz da indisponibilidade e depois definir processos para prevenir a repetição dos problemas.

9 – Não cante vitória antes do tempo – É tentador presumir que os problemas foram resolvidos e dizer a todos os usuários sobre a suposta vitória. Mas o melhor é esperar 24 horas seguidas de serviços ininterruptos antes de declarar o problema resolvido.

10 – Líderes de TI devem focar na sua trajetória, não em sua posição cotidiana – Indisponibilidades podem causar diversas emoções, como ansiedade, medo de perder o emprego ou a reputação e tristeza pelo impacto causado nos usuários. Nessas horas, a melhor coisa é ter em mente que o tempo é capaz de curar qualquer coisa e que incidentes eventuais serão esquecidos. Com o passar da trajetória profissional, a comunidade de usuários tende a observar mais a consistência e o processo contínuo de melhoria de qualidade do que episódios isolados.

De uma forma geral, problemas são dolorosos, mas capazes de unir pessoas. Nos piores momentos é que se constrói relações de confiança, criação de novos canais de comunicação e melhoria de processos.

 

fonte:www.sindpd.org.br

Published in: on October 11, 2010 at 8:00 pm  Leave a Comment  

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Published in: on September 13, 2010 at 12:35 am  Leave a Comment  

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Published in: on September 6, 2010 at 1:56 pm  Leave a Comment  

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1º Como não deixar vasar o problema da greve?

2º Como evitar o que aconteceu?

3º Como arrumar o que saiu no jornal?

Primeiramente seria necessário a contratação de funcionários, e conceder o aumento do salário para os funcionários. Seria impossível não deixar vasar a notícia da greve, pois sempre tem alguém que iria falar, e também iriamos evitar muitos transtornos, tais como: não pagarmos multa, ou passarmos como mentirosos.

Anac multa Gol em R$ 2 milhões por atrasos e cancelamentos de voos

A multa a ser aplicada à companhia aérea Gol pelos atrasos e cancelamentos registrados nos últimos dias chega a R$ 2 milhões, segundo estimou nesta tarde a presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Solange Vieira. Ela informou ainda que o valor das multas aplicadas às companhias aéreas pode chegar a R$ 15 milhões este ano, valor bem acima dos R$ 7,3 milhões aplicados em 2009.

Durante entrevista coletiva no Rio de Janeiro, Solange afirmou que a agência não tinha nem um indicativo prévio de que o problema de atrasos nos voos dos últimos dias estava por ocorrer.

Segundo ela, os dados fornecidos pela Gol, indicaram que houve um aumento de tripulação em julho em relação ao mês anterior e, ainda, que o número de voos fretados pela companhia foram menores entre 30 de julho e primeiro de agosto do que no fim de semana anterior.

“Pelos números que vimos hoje, amanhã a situação dos voos já deve estar normalizada”, disse Solange. Sobre o registro de uma manifestação do Sindicato dos Aeronautas com denúncias trabalhista contra a Gol à ouvidoria da Anac, Solange afirmou se tratar de um e-mail vago, sem especificações. “Isso dificultou que nos déssemos andamento a essa investigação”.

 

  •  Conheça seus direitos em atrasos e cancelamentos de voos

SÃO PAULO – Desde junho vigora as novas regras da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que ampliam o direito dos passageiros.

Em caso de cancelamento, overbooking ou atraso superior a 4 horas, a companhia deve reembolsar o passageiro imediatamente. A prioridade para assentos vazios em um próximo voo deve ser do passageiro afetado pelo atraso ou cancelamento.

Quando não há assentos livres em voos da mesma empresa, a reacomodação em outras companhias vale mesmo se não há convênio, mas a companhia pode oferecer meios de transporte alternativos.

O reembolso ao passageiro poderá ser solicitado imediatamente nos casos cancelamento do voo e quando houver estimativa de atraso maior de 4 horas. A empresa deve devolver o valor de acordo com o meio de pagamento efetuado.

Quando o voo atrasa, após 1 hora a empresa já é obrigada a oferecer facilidades de comunicação. Após 2 horas, alimentação. Depois de 4, acomodação adequada. A norma também vale para quem espera dentro do avião.

As companhias ainda são obrigadas a informar verbalmente – ou até mesmo por escrito, se for exigido pelo passageiro – o motivo do atraso e a previsão de saída.

escrito por ;

  • RAFAELA CANDIDO
  • JOSIMAR ANDRE GOMES
Published in: on August 4, 2010 at 8:30 pm  Comments (1)  

O PODER DA TECNOLOGIA

Tecnologia e Sociedade
 
 
O progresso técnico seria a resposta aos males de nossa sociedade? O presente texto procura contribuir para o debate sobre os prováveis impactos de inovações tecnológicas nos diferentes setores do complexo sistema social, econômico e político que caracterizam as sociedades contemporâneas.Temos, por um lado, os defensores do aumento sem restrições da P&D (Pesquisa e Desenvolvimento), ou seja, das verbas orçamentárias e particulares atribuídas aos esforços de inovação tecnológica, sob forma de mais pesquisas, patentes, publicações científicas e suas aplicações no processo produtivo. Freqüentemente, pesquisadores e tecnólogos prometem mais do que podem efetivamente entregar, para obterem mais financiamentos para suas atividades. Assim, solapam sua credibilidade junto à sociedade quando esta percebe os exageros nas promessas e a omissão dos riscos e problemas inerentes no desenvolvimento de certas tecnologias de ponta, tais como a engenharia genética, a energia nuclear e, mais recentemente, a nanotecnologia.

Por isso, face às propostas, planos e projetos de política científica e tecnológica, devemos sempre indagar: Para quê? Para quem? A que custo?

Os positivistas afirmam que ciência e tecnologia servem a toda a humanidade – vide os trabalhos de Pasteur, Koch, Sabin e tantos outros que salvaram milhões de vidas humanas. Afinal, o progresso técnico ajudaria a impelir o desenvolvimento da sociedade humana, vencendo a superstição e ignorância, ao imprimir maior racionalidade às ações humanas. Existe um lobby poderoso que pressiona para obter mais verbas para a pesquisa e o desenvolvimento tecnológico. Sobretudo nos países emergentes, cujas elites pregam a necessidade de se alcançar os níveis de excelência dos países mais ricos.

Afirma-se que a inovação e, particularmente, seus produtos tecnológicos estimulam a competitividade e, dessa forma, contribuem para o crescimento econômico do país. Conseqüentemente, a competitividade é erigida em valor supremo da vida social, como se fosse uma lei da natureza imanente à espécie humana.

Omite-se, propositadamente, que o mais longo período da história da vida humana foi orientado pela cooperação e a solidariedade, valores fundamentais para a sobrevivência da espécie. Considerar a competição como norma geral do comportamento social leva ao Darwinismo Social como filosofia dominante e relega a preocupação com os próximos ao segundo plano.

Não existiriam outras opções de estilo de vida que valeria a pena transmitir aos jovens e às crianças? O que acontece com os menos competitivos, os derrotados, os que ficaram para trás?

A ideologia da competição e produtividade faz parte de uma visão de mundo dominada pela corrida atrás da acumulação de capitais e do enriquecimento ilimitado, nem sempre por meios civilizados e legítimos.

A realidade ensina que existem limites para o aumento da produtividade quando ela está baseada no aumento de um só fator, cujo crescimento exponencial leva o sistema a sofrer os efeitos da “lei de rendimentos decrescentes”. Ademais, os arautos da luta competitiva nos mercados não se preocupam com o destino dado aos resultados de um aumento da produtividade e de lucratividade dos negócios.

Para a sociedade, coletivamente, só haverá vantagens na busca de maior produtividade quando seus resultados forem distribuídos para elevar o nível de bem-estar coletivo. Isso pode ser atingido mediante a elevação proporcional dos salários, a redução dos preços de bens e serviços ou o aumento de investimentos dos lucros gerados, na expansão do sistema produtivo.Contrariando tal lógica produtivista, os excedentes do processo produtivo na América Latina vêm sendo, historicamente, desviados para o consumo de luxo das elites, para o entesouramento sob forma de aquisição de terras e de moeda estrangeira ou, modernamente, do envio para paraísos fiscais e aplicações especulativas no mercado financeiro internacional.

Países potencialmente ricos em recursos naturais (Argentina, Brasil, Venezuela), com uma força de trabalho relativamente qualificada e com acesso a tecnologias modernas vêm, há décadas, padecendo com a miséria da maioria de suas populações, enquanto suas elites – que vivem entre o fausto e o desperdício – recorrem aos serviços de advogados, do aparelho judiciário e de uma legislação falha ou omissa para evadirem impostos e tributos. Ao mesmo tempo, essas elites proclamam a ciência e a tecnologia como a mola do desenvolvimento, exigindo mais verbas para P&D. Elas parecem ignorar que a maior parte desses recursos acaba canalizada para projetos militares de utilidade questionável, tais como, o desenvolvimento de armas de destruição em massa, exploração do espaço e o aperfeiçoamento de inúmeros artefatos para fins bélicos.

Deixemos bem claro: não se discute aqui a necessidade de P&D nas sociedades contemporâneas, mas a condição de que esta seja ambientalmente segura, socialmente benéfica (para todos) e eticamente aceitável.

A quem caberia então a responsabilidade de autorizar, orientar e estabelecer prioridades do desenvolvimento tecnológico, inclusive na alocação das verbas sempre escassas? O discurso oficial privilegia o papel do “mercado” – as grandes empresas industriais e de serviços, das agências e repartições burocráticas do governo, das universidades e de grupos corporativistas de cientistas e tecnólogos. A sociedade civil organizada – através de suas ONGs, associações e sindicatos – não é considerada interlocutora qualificada para participar das decisões sobre política de C+T ou na definição de prioridades para a alocação de verbas orçamentárias. Ora, são exatamente esses atores sociais que representam a maioria da sociedade que mais sofrerá os impactos econômicos, sociais e ambientais de decisões tomadas nas esferas executiva e legislativa dos regimes de democracia representativa, sob as pressões de tecnocratas e de homens de negócios, supostamente mais informadas e qualificadas para decidir sobre assuntos de tamanha relevância.

A este respeito, vale recordar um episódio emblemático, ocorrido há mais de um quarto de século. No final da década dos setenta, foi realizada uma Conferência das Nações Unidas sobre Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento na cidade de Viena, Áustria, coordenada por um diplomata brasileiro.Os discursos e debates da conferência não ultrapassaram o trivial, mas, no mesmo período, houve um acontecimento inusitado que marcou época.

No auge da crise de petróleo, o governo austríaco tinha, com a anuência do parlamento, construído um reator nuclear a cerca de 27 quilômetros de distância da capital, maior aglomeração urbana do país. Sua inauguração estava marcada para a ocasião da conferência, mas meses antes, a população começou a manifestar sua oposição à energia nuclear, apontando para os riscos da radioatividade. Em vão, o governo e seus representantes no parlamento e no “establishment” científico apontaram para a “irracionalidade” da oposição que conclamava por uma consulta popular em ampla escala sobre a conveniência da operação do reator. O referendo realizado decidiu, com ampla maioria, contra a utilização de energia nuclear e assumiu o prejuízo, ou desperdício, dos mais de um bilhão de US$ empregados na construção. O reator nunca foi ativado e, até hoje, permanece lá como um monumento às decisões não democráticas e irresponsáveis das autoridades. Apesar da perda do investimento, a sociedade austríaca encontrou outras fontes energéticas e se mantém na vanguarda dos países desenvolvidos, com altíssimo IDH – Índice de Desenvolvimento Humano.

Resumindo, ciência e tecnologia não são ética ou politicamente neutras, cientistas e tecnólogos não podem despir-se de suas posições sociais e de seus valores. Em cada estágio da evolução social, as tecnologias utilizadas refletem as contradições e os conflitos entre o poder econômico e sua tendência à concentração de riquezas, poder e acesso à informação e as aspirações de participação democrática, autonomia cultural e autogestão.Por isso, a sociedade civil tem o dever e o direito de exercer o controle sobre as inovações tecnológicas que não podem ficar a critério único de cientistas, tecnocratas, políticos e empresários. Impõe-se uma avaliação prospectiva baseada no princípio da precaução e que contemple, além dos aspectos técnicos e financeiros, a necessidade inadiável de superar a situação de desigualdade e o processo de deterioração do meio ambiente.

 

Entender o processo de produção de riquezas é simples. Existe a mãe natureza donde tudo vem. Através do que se chama ciência estuda-se o seu funcionamento. Após, usa-se a engenhosidade para transformar a natureza em riqueza. Isso é tecnologia. Antecedendo a produção de riquezas, existem as pesquisas científicas e projetos tecnológicos.

Quem faz grandes projetos industriais são grandes empresas, via de regra mundiais, cujos projetos e segredos tecnológicos não estão no Brasil. A produção pode estar. Aos brasileiros restam pequenas empresas sem dinheiro para investimentos em ciência e tecnologia, mormente as de ponta.

Em meio a esse quadro existem as agências oficiais de financiamento de pesquisas, cujos recursos, anuncia-se, jorrarão em maior abundância. Os editais de financiamento por vezes definem linhas de pesquisas, o que é bom, mas não falam em desenvolvimento de produtos, o que seria ótimo.

Por exemplo, se estudos concluírem que na área de saúde seria bom para o Brasil dominar o projeto de antibióticos, então as agências de fomento deveriam explicitar esta meta, claro, sem esquecer as demais áreas. Se no ramo de energia for conveniente projetar geradores de eletricidade, então deveríamos estimular esta tecnologia, quer seja hidráulica, eólica, solar ou de célula de hidrogênio.

Projetos de produtos funcionam, no bom sentido, como uma espécie de cenoura à frente do coelho: são puxadores do desenvolvimento e também de miríades de pesquisas, incluindo a básica. Não importa que o mundo industrializado já saiba projetar televisores com telas de LEDs orgânicos. Se soubéssemos fazer isso, teríamos um impulso fenomenal em quase toda eletrônica, incluindo aparelhos médicos e controles industriais. Na área mecânica, financiar projetos de centrais automáticas de usinagem daria origem a milhares de empregos mais qualificados e a produção de bilhões de bens de consumo.

Não basta (re)produzirmos riquezas, como vimos fazendo aos milhões durante tantas eras de dependência. Temos que ter o domínio do projeto e sermos donos dos negócios de grandes números. Quem domina o conhecimento científico e tecnológico tem o poder das decisões econômicas e a primazia dos melhores lucros. Mais essencial: quem tem conhecimento, evolui. Países que desenvolvem projetos de produtos para milhões melhora a qualidade de vida do seu povo em profusão.

Published in: on July 12, 2010 at 8:07 pm  Leave a Comment